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Aluguel: Famílias comprometem mais de 38% do orçamento

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Aluguel: O preço de um imóvel para um inquilino ficou 3,87% mais caro no acumulado de 2022, segundo levantamento da FipeZap.

O documento demonstra que a alta dos preços foi impulsionada no índice de locação do segundo semestre, segundo dados de 25 cidades.

O Vale do Paraíba em sua região metropolitana tem uma variedade muito grande de moradias, e as mais caras do estado de São Paulo também.

As famílias do Vale acompanham às de São Paulo, que gastam cerca de 38% da renda familiar com o pagamento do aluguel, que custa, em média, R$ 1.078.

No litoral Norte este gasto compromete 45% da renda familiar, e o aluguel médio é de R$ 951.

O percentual nas duas regiões fica acima do indicado por especialistas em gestão financeira, que aconselham que uma família gaste, no máximo, 30% do seu orçamento com esta despesa.

Os moradores desta região são (assim como na grande São Paulo) os que mais comprometem a renda familiar com o pagamento de aluguel, segundo uma pesquisa da plataforma Quinto Andar.

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Exame

Condomínio chega a ser mais elevado que aluguel

O preço dos condomínios também subiu tanto que alguns proprietários decidiram baixar o valor do aluguel para conseguir atrair inquilinos.

Nos últimos 3 anos os alugueis subiram 15,8% e os condomínios, 28%. Há alguns casos em que o condomínio é mais caro que o aluguel.

Por exemplo, em uma busca feita em meados de julho, um apartamento de 140 metros quadrados no bairro de Higienópolis, um dos mais valorizados de São Paulo, estava com aluguel de R$ 1.540 e condomínio de R$ 2.500

Além disso, os dados são superiores à média nacional, que é de 31% da renda do brasileiro comprometida com o aluguel da casa. O custo médio da locação residencial, no país, é de R$ 686.

A pesquisa, realizada pela plataforma Quinto Andar, foi feita por meio de entrevistas pessoais em locais de grande movimento, entre os dias 11 e 21 de outubro de 2021.

O levantamento tem margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos para o total da amostra.

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Alternativas

Enquanto locadores e locatários buscam um equilíbrio de interesses nos preços do aluguel, moradores, síndicos e administradoras de condomínios já se mexem para tentar baixar os custos fixos nos espaços coletivos.

Demitir funcionários e revisar contratos de prestação de serviço, como limpeza e manutenção (de elevadores e piscinas, por exemplo), são algumas ações que têm sido discutidas.

Por Apvale.News – Robson Soares com FipeZip, Quinto Andar

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