Informação & Inovação

Automedicação, os riscos de não consultar um médico

Covid

Automedicação: Quem nunca pesquisou as possíveis causas de algum sintoma na internet, que atire a primeira pedra. Afinal, a facilidade de acesso à informação traz hoje, como uma das principais consequências, a possibilidade de conhecer tratamentos, seus efeitos e suas prescrições.

Isso é o que mostra os resultados da nossa pesquisa sobre automedicação: 79% dos entrevistados buscam informações on-line sobre os seus sintomas, antes de se consultar com um médico.

E ainda: de todos os brasileiros respondentes que se automedicam, 68% usam como principal fonte a Internet.

Contudo, tenha em mente que a automedicação está longe de ser uma prática completamente segura, já que o remédio pode acabar virando veneno.

Portanto, mesmo que a sua vida ande corrida e até falte tempo para agendar uma consulta ou enfrentar filas na emergência, saiba que a medida traz graves riscos.

Automedicação
Reprodução

Automedicação: 41% não lê a bula

Em nosso estudo, ao perguntarmos aos entrevistados sobre com que frequência leem as informações incluídas na bula antes de iniciar um novo medicamento, 41% das pessoas responderam que não fazem isso.

E 23% nunca verificam as interações entre os tratamentos antes de começar a tomar um novo remédio prescrito.

No entanto, a pesquisa mostra que o brasileiro adora um medicamento. Para você ter uma ideia, 91% dos respondentes ingerem pelo menos um tipo de medicamento por mês e, entre eles, 86% não possuem doenças crônicas.

Automedicação
Reprodução

Consumo de medicamentos

E a situação se agrava à medida que essas pessoas consomem, em média, mais de dois tipos diferentes de fármacos por mês, o que representa uma despesa média mensal de R$ 97.

Vale ressaltar, porém, que a ênfase atual no bem-estar e na prevenção de doenças, como também o aumento do acesso a informações, vêm possibilitando que os consumidores assumam um papel mais ativo na sua saúde.

Dessa maneira, diversos benefícios têm sido associados à automedicação responsável, como maior alcance a tratamentos e melhor aproveitamento de consultas com médicos e farmacêuticos.

Por isso, nos últimos anos, essa conduta responsável tem sido identificada como um elemento importante na política de saúde a longo prazo e até encorajada pela Organização Mundial da Saúde.

Apvale News: Robson Soares

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