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Coparticipação em planos de saúde: o que pode ser cobrado?

Coparticipação

Coparticipação: A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) definiu regras para a aplicação da coparticipação e franquia em planos de saúde.

A norma estabelece um percentual máximo a ser cobrado pela operadora para realização de procedimentos, ao determinar limites (mensal e anual) para exposição financeira do consumidor.

O máximo que o consumidor pode pagar, no total, por coparticipação e franquia, e ao isentar a incidência de coparticipação e franquia em mais de 250 procedimentos.

São exames preventivos e tratamentos de doenças crônicas, entre eles, tratamentos de câncer e hemodiálise. Com a medida, a reguladora supre lacunas existentes na legislação, garantindo maior previsibilidade, clareza e segurança jurídica aos consumidores.

Descontos para quem se cuida

Outra novidade trazida pela norma é a possibilidade de operadoras de planos de saúde oferecerem descontos, bônus ou outras vantagens aos consumidores que mantiverem bons hábitos de saúde.

A expectativa é que a medida incentive a adesão de beneficiários a iniciativas como programas de promoção da saúde e prevenção de doenças mantidos pelas operadoras.

Segundo o diretor de Desenvolvimento Setorial da ANS, Rodrigo Aguiar, a norma tem, entre suas premissas, “A transparência nas relações, a prestação de informações claras ao beneficiário, previsibilidade e segurança jurídica, liberdade na formatação dos produtos dentro de parâmetros claros e objetivos definidos, garantindo uma variabilidade dos produtos, conferindo mais opções de escolha ao beneficiário.”

Coparticipação: O que não pode ser cobrado?

Coparticipação

Coparticipação

Existe uma saída de serviço de saúde mais barato e eficaz

Serviços de saúde coletivo ou individual estão sendo uma boa alternativa de acordo com o cenário dos planos atuais. Com preços acessíveis e a facilidade para obter serviços médicos elas podem atender muito bem o usuário, como é o caso da Savde.

Marcos Romero Soares e Dantas, gestor da empresa, esclarece que “não se trata de nenhum clube de desconto e nem um plano de saúde tradicional. “Nós somos uma startup focada em ajudar às pessoas a terem acesso a consultas médicas na rede privada em 21 especialidades, além odontologia.”

Marcos Romero afirma que a Savde existe pra curar dor. Ele elogia e aponta deficiências no atendimento SUS em relação a marcação de consultas eletivas:

“O SUS hoje cumpre um papel fundamental que é de urgência e emergência de atenção básica em saúde, campanhas de vacina, de educação, de prevenção a DST, anti-tabagista por exemplo e de cirurgias de alta complexidade.”

“Mas o SUS tem um buraco muito grande que é a marcação de consultas eletivas. E aí que a gente chega pra agregar nesse processo e facilitar o atendimento em saúde para consultas eletivas.”

Os serviços de saúde e odontologia giram em R$ 49,90 – R$ 89,90. Consulte aqui SAVDE

Por Apvale.News – Robson Soares com informações do Governo

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