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Deu calote de 6 mil em Bar, mas já foi solto

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Calote: Ser dono de Bar não deve ser fácil. Além de cuidar de toda a logística que um estabelecimento deste tem, da paciência para aturar os mais “alegrinhos” tem os que deixam uma conta para pagar depois.

Uma caso chamou a atenção nos últimos dias. Segundo reportagem da rádio Itatiaia, um homem foi preso em flagrante depois de sair de um bar sem pagar a conta em Goiânia, Goiás.

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Portal Goiás

Conta do calote supera 6 mil reais

O consumo do “rapaz do calote” no local, que fica em um bairro nobre da cidade, foi de R$ 6.275. E trata-se de um consumo vasto e diversificado.

Na conta estão itens como Champagne Chandon, Gin, cervejas artesanais, porções de carne (Picanha) e acompanhamentos.

O gerente contou à Polícia Militar que o suspeito chegou ao bar acompanhado de um amigo e algumas mulheres, e que consumiu bastante bebidas e comidas.

Pouco tempo depois, o acompanhe e as mulheres do “rapaz do calote” foram embora deixando o homem sozinho.

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Portal G.

Caloteiro passou mal ao ver a conta?

Subitamente o “cidadão” começou a passar mal (pode ter sido ao ver a conta?) uma ambulância do Corpo de Bombeiros foi chamada, mas os militares desconfiaram que o mal súbito era golpe, e alertaram o gerente.

Ele foi perguntado se pagaria a conta, mas disse que não tinha dinheiro. Foi quando foi levado a delegacia e preso em flagrante.

A Polícia afirma que ele tem histórico de supostos golpes e já fez vítimas em Caldas Novas (GO), em cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Bahia, Pernambuco Ceará e, recentemente, em Maceió (AL). Isto foi no Feriadão de Sexta-Feira Santa (15).

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Portal Goiás

Juíza liberou rapaz da cadeia

E nesta segunda (18) a juíza Maria Antônia de Faria acolheu pedido da Defensoria Pública de Goiás e dispensou a fiança para liberar Ruan Pamponet Costa da prisão.

Na decisão, a juíza considerou que o “não recolhimento da fiança, aliada a presunção de miserabilidade em que se encontra o investigado, vez que afirma ser ‘barman’, além de estar assistido pela Defensoria Pública do Estado de Goiás, demonstram a necessidade de concessão da liberdade provisória sem o recolhimento da referida quantia.”

A fiança para liberdade provisória do autuado foi arbitrada em R$ 10 mil, no sábado, pelo juízo plantonista da Vara de Custódia.

“Na prática, a fiança mostra-se equivalente à prisão preventiva, já que o acusado não possui condições de pagá-la e nem a obterá, já que está preso” argumentou o defensor.

Por Apvale.News – Robson Soares com Rádio Itatiaia e portal Mais Goiás

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