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Pesquisa avalia os preços do “PF” no Brasil

Pesquisa avalia

Pesquisa avalia: Um estudo realizado pela Proteste avalia os preços de refeições populares no Brasil. O teste é o “posto no prato”: arroz, feijão, uma opção de proteína e salada – uma refeição típica do cotidiano do brasileiro.

Foram levantados, no total, preços de 246 estabelecimentos. Em Porto Alegre e São Paulo foram 63. Já no Rio de Janeiro e Salvador foram 60 lojas.

Pesquisa avalia preços em Salvador e Rio de Janeiro

O menor preço encontrado para o famoso PF entre todos os estabelecimentos visitados foi de R$ 10,00, em Salvador e no Rio de Janeiro. Já o prato mais caro ficou também com a capital baiana pelo valor de R$ 56,00.

Sendo assim, o local que mostrou a maior variação – de 460%. A capital carioca, ficou em segundo lugar no quesito variação, sendo de 380%. O preço mínimo visto foi de R$10,00.

O maior valor foi de R$48,00. Porto Alegre ficou com a terceira colocação: a variação encontrada foi de 220%. O último lugar ficou com São Paulo que teve uma variação de 131%.

Pesquisa avalia
Divulgação

A pesquisa avalia também avaliou opções de locais com preços até R$16,00. A região onde foi encontrado mais estabelecimentos até este valor foi em São Paulo, contando com 18 lojas.

Já, Porto Alegre, teve apenas uma loja com o valor de R$15,00, apresentando para o restante dos preços acima deste valor. No total, 43 estabelecimentos espalhados nessas capitais oferecem essa opção de refeição por R$16,00.

O frango foi a “grande estrela do prato”. A pesquisa apontou que 66% das refeições baratas encontradas eram compostas pela proteína. Portanto, para economizar no dia a dia, uma boa opção é optar por este tipo de carne.

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Economia

Se multiplicarmos essa diferença por dias úteis do mês (22 dias em média para o ano de 2022), quando, geralmente, as pessoas fazem refeições fora de casa: ela chega a R$373,78 em São Paulo e a R$1012,00 em Salvador.

Nessa mesma lógica, em um ano, a economia em São Paulo é de até R$ 4.111,58 e na Bahia, R$11.132,00, considerando 11 meses. Já que o trabalhador tem um mês de férias no ano.

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Dicas dos Especialistas da PROTESTE

1- Se informar sobre Programas de Fidelidade. Procurar estabelecimentos que tenham algum esquema de recompensa. Muitos deles, que oferecem refeições no horário do almoço, disponibilizam um cartão para marcar o número de refeições, que uma vez alcançado, oferece uma refeição gratuita.

2- Fazer um convênio entre a empresa e um restaurante. Em vários estabelecimentos também são oferecidos convênios com empresas para que seja oferecido desconto aos funcionários ou para grupos.

3- Evitar adquirir bebidas. Estudos apontam que a ingestão de bebidas durante uma refeição pode atrapalhar a digestão e, além disso, a bebida vira um gasto a mais. Existe, em algumas cidades, a opção de pedir a água da casa (água filtrada), a lei em SP, por exemplo, está valendo desde 10 de setembro de 2020.

4- Passear mais pela região. Nas áreas com maior concentração de empresas, os preços tendem a aumentar. Portanto, pode compensar andar um pouco e verificar se restaurantes em bairros residenciais vizinhos entregam no local.

5- Consultar o garçom. Muitas opções mais baratas não estão descritas no cardápio. Conversar com o garçom sobre pratos mais em conta é essencial.

6- Levar comida. Obviamente a melhor forma de economizar com almoços ou alimentação fora de casa, ainda é levar a própria marmita.

7- Pesquisar nos Apps de delivery. Eles oferecem várias opções e com preços diversificados, porém é importante ficar sempre atento ao frete.

Apvale News: Aline Felix com Proteste

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