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Telemedicina deve ser regulamentada no Brasil

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Metade dos médicos passaram a realizar atendimento a distância, a Telemedicina. A constatação é da pesquisa “Percepção dos médicos sobre o atual momento da pandemia de Covid-19 –  realizada pela Associação Paulista de Medicina (APM) e pela Associação Médica Brasileira (AMB).

Participam do levantamento 3.517 profissionais de Medicina de todo o Brasil, que responderam ao questionário por meio da ferramenta SurveyMonkey.

A pesquisa foi realizada entre os dias 21 e 31 de janeiro, favorecendo um retrato muito atual da avaliação desses indivíduos sobre o tema. A margem de erro é de dois pontos percentuais.

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Mais especificamente, 32,1% dos participantes apontaram realizar, por conta da pandemia, teleconsulta; 25,5% teleorientação; telemonitoramento 9,7%; e teleinterconsulta 4%.

Já 6,2% indicaram praticar todas as opções anteriores. Por outro lado, 51% dos médicos indicaram não optar por atendimentos e interações via Telemedicina.

Telemedicina é a categoria com mais investimentos

A Telemedicina é categoria mais investida segundo o setor da Healthtech, recebeu US$10,9 mi de investimentos apenas em janeiro deste ano, sendo 98,5% dos investimentos no setor voltado para Telemedicina.

A categoria vem crescendo em um ritmo acelerado, de acordo com uma pesquisa do G2 Learning Hub.

Contudo a forma de consulta amplamente utilizada durante a pandemia do novo coronavírus, desta vez, pode ser regulamentada no Brasil.

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Nova categoria deve ser regulamentada

A decisão foi confirmada pelo Ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, ao detalhar o fim do estado de emergência pela Covid-19.

A atividade que permite consultas médicas à distância estava regulamentada em caráter provisório desde 2020.

Segundo Queiroga, é importante dar continuidade às políticas públicas de saúde que têm se mostrado bem-sucedidas.

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Palavra da Associação Brasileira de Telemedicina

Para o vice-presidente da Associação Brasileira de Telemedicina, Jefferson Fernandes, a medida representa um alívio. Ele avalia que a regulamentação traz maior segurança jurídica e bem-estar aos pacientes.

Na legislação, no entanto, é fundamental dar atenção a um ponto específico, ressalta Jefferson Fernandes em entrevista á rádio Bandeirantes.

O Conselho Nacional de Secretários de Saúde pedirá um prazo de 90 dias antes do Ministério encerrar a emergência nacional.

O Conass deve enviar o documento com o pedido à pasta nesta terça-feira (19).

Por Apvale.News – Robson Soares

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